O Projeto de Extensão Prematuros: prevenção, apoio e cuidado, da Unijuí, conseguiu fortalecer ainda mais suas ações em 2022. Coordenado pela professora Amanda Schöffel Sehn, o projeto realizou, ao longo do ano, a avaliação e o acompanhamento do desenvolvimento neuropsicomotor de bebês nascidos prematuros. Além disso, prestou apoio às famílias, realizou e participou de uma série de ações.
Conforme afirma a docente, neste ano tiveram destaque a formação de visitadoras dos Programas Primeira Infância Melhor e Criança Feliz do município de Santa Rosa, e o evento realizado em alusão ao Dia Mundial da Prematuridade, em parceria com o Hospital de Caridade de Ijuí (HCI). Publicações nas redes sociais foram realizadas e tiveram grande impacto na orientação da população - tanto que apenas um dos posts chegou a 30 mil visualizações e cerca de mil curtidas.
“Penso que o projeto é presente na comunidade, considerando sua temática, que é bastante específica. Participamos de diversas ações, em parceria com os hospitais, com o Parque da Pedreira, e todas foram muito positivas. O projeto também tem uma presença significativa nas redes sociais, captando famílias de Ijuí e região, além de pessoas de outros estados, que acabam também nos procurando”, destacou a professora, lembrando que o projeto conta com o envolvimento dos cursos de Psicologia, Fisioterapia e Medicina da Unijuí.
Ações já estão previstas para 2023. Entre elas, a continuidade das avaliações de desenvolvimento neuropsicomotor (DNPM) dos bebês, escuta das famílias, publicações voltadas à orientação da população nas redes sociais e evento alusivo à campanha Novembro Roxo - mês internacional de sensibilização à prematuridade. Também deverá ser realizada uma formação com as equipes da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Luiz Fogliatto, Primeira Infância Melhor (PIM) e Criança Feliz de Ijuí.
Uma série de ações marcou o ano do Projeto de Extensão Feiras de Matemática: tecnologias como instrumentos de mediação nos processos formativos em matemática, desenvolvido na Unijuí. Desencadeadas pelo projeto, as Feiras de Matemática configuram-se como um processo educativo científico-cultural, que aliam vivências e experiências, das quais podem participar, na condição de expositores, alunos matriculados na Educação Básica, Educação Superior e Educação Especial, além de professores e membros da comunidade.
Conforme destaca o coordenador do projeto, professor Peterson Cleyton Avi, as formações aos professores da Educação Básica estiveram entre as ações realizadas pelo projeto de extensão, que conta com contribuições dos cursos de Matemática e Pedagogia. Nestes encontros, foram trabalhados os projetos de pesquisa, como organizar relatos de experiências, avaliações e a organização de feiras de matemática; que contaram com mais de 70 educadores.
Neste ano, também foi realizada a IV Feira Regional de Matemática da Região de Ijuí, com mais de 70 trabalhos apresentados no dia 19 de agosto; a II Feira Regional de Matemática da Região de Santa Rosa, com 25 trabalhos inscritos no dia 29 de setembro; e a III Feira Estadual de Matemática do Rio Grande do Sul, que contou com 33 trabalhos inscritos no dia 29 de novembro.
“As Feiras de Matemática, sejam elas escolares, municipais, regionais, estaduais ou nacionais, são importantes espaços direcionados ao processo formativo de estudantes dos diferentes níveis de ensino, uma vez que incentivam, divulgam e socializam experiências, pesquisas e atividades matemáticas. Além disso, se constituem como experiência curricular ou extracurricular de relevância à medida que possibilitam a sistematização e implementação, por parte de estudantes e professores, de projetos de pesquisa que têm como foco a Matemática”, destacou o professor Peterson.
O coordenador completa que as Feiras de Matemática se constituem como uma atividade de extensão que articula o educativo, o acadêmico, o científico, o cultural e o comunitário, tendo como pano de fundo o caráter público e inclusivo, relacionando a pesquisa e o ensino, através de atividades com bolsistas, atividades práticas de ensino e de estágios. “Além disso, viabiliza e operacionaliza a relação transformadora e biunívoca entre as escolas das diferentes redes de ensino, dos diferentes níveis e modalidades. Também entre escolas e sociedade, oportuniza, dessa forma, a socialização do conhecimento matemático à comunidade, através de trocas de experiências e apresentação de trabalhos realizados pelos estudantes”, afirmou.
Em 2023, a ideia é seguir capacitando professores e estudantes para a elaboração e execução de projetos para as Feiras de Matemática, e para a produção de vídeos e apresentações de projeto de forma online. O projeto também busca instrumentalizar professores e acadêmicos para organização das Feiras de Matemática e avaliação de trabalhos, além de promover a divulgação dos conhecimentos matemáticos, socializando os resultados de pesquisas.
“Vamos seguir auxiliando na organização e gestão das Feiras de Matemática em âmbitos escolar, municipal, regional e estadual, e queremos revitalizar o espaço online de publicização das ações do projeto. Vamos dar continuidade, em 2023, à realização das Feiras Regionais de Matemática nas regiões de Ijuí e Santa Rosa e realizar a Feira Estadual de forma online”, finalizou.
A Unijuí conta com inúmeros Projetos de Pesquisa e de Extensão, que funcionam como mecanismo de produção científica, visando encontrar soluções para problemas relevantes encontrados na sociedade, por meio da investigação e constatação dos resultados. Nesse contexto, os bolsistas são fundamentais para o andamento dos estudos, mas, não obstante, os próprios acadêmicos são beneficiados com os conhecimentos aprofundados adquiridos por meio das pesquisas.
Dentre as razões que levam os estudantes a participar dos Projetos, uma delas é o desenvolvimento de uma visão crítica que no futuro poderá ser aplicada no seu contexto profissional. Esse olhar auxilia tanto aqueles que assumem a vida acadêmica e optam pela realização de um mestrado ou doutorado, quanto os que escolhem apostar na carreira no mercado de trabalho.
De acordo com o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Fernando Jaime González, o trabalho intelectual é intensificado pelo envolvimento em projetos de pesquisa e extensão. “Além da formação convencional, a participação nos projetos reforça o desenvolvimento do pensamento crítico-analítico, antecipa experiências pré-profissionais e oportuniza o desenvolvimento de competências de organização e comunicação”, afirma.
Com intuito de promover a pesquisa e a extensão, possibilitando a todos os estudantes experiências semelhantes às vividas nesses projetos, a Universidade criou, em 2021, a Graduação Mais, que por meio dos Projetos Integradores assegura desde o primeiro semestre experiências formativas inspiradas nos processos de iniciação científica e de extensão. “Com isso, é possível dizermos que, desde o ano de 2021, garantimos que todos os estudantes, em todos os cursos, tenham experiências significativas nesse campo”, destaca o vice-reitor.
Mesmo com a ampliação dessas vivências de pesquisa e extensão dentro das propostas curriculares, a Universidade ainda mantém 27 Grupos de Pesquisa e 17 Projetos de Extensão. Através de editais, a Unijuí distribui mais de 100 bolsas de iniciação científica e mais de 50 de iniciação à extensão. “Essas bolsas são financiadas tanto pela Unijuí, como por agências de fomento, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do RS (Fapergs) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Além da iniciativa privada e entes públicos (PROFAP), que desenvolvem projetos na Instituição com 30 bolsas neste momento”, completa o professor Fernando.
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Gabriel R. Jaskulski, acadêmico de Jornalismo da Unijuí
Mais uma cerimônia de certificação foi realizada pelo Projeto de Extensão Programe seu Futuro na tarde desta terça-feira, 6 de dezembro, junto ao auditório do Espaço + Inovação Unijuí. Desta vez, foram certificados estudantes do 7º e 8º Ano do Instituto Municipal de Ensino Assis Brasil (Imeab), que participaram das oficinas promovidas pelo projeto. Na última semana, os certificados foram entregues aos alunos de três escolas do município de Chiapetta: Anchieta, Professora Lorette Fanck e Haydee.
Participaram da cerimônia, representando a Unijuí, o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Fernando Jaime González; o coordenador do Espaço + Inovação, professor Peterson Cleyton Avi; e o coordenador do projeto de extensão, professor Marcos Cavalheiro. Também esteve presente a coordenadora em Tecnologias Educacionais na Secretaria Municipal de Educação, Camila Martins, e a vice-reitora do Imeab, Miriam Fátima Beck Portela.
Um dos principais objetivos do Projeto de Extensão, ao desenvolver as oficinas, é trabalhar entre os estudantes o pensamento computacional - uma habilidade para resolução de problemas e desafios de forma eficiente. Nos encontros, os alunos também aprendem os comandos básicos de programação, a partir da coordenação do professor Marcos Cavalheiro e da orientação de dois bolsistas, Gustavo Hanke Finkler e Rafael Kruger dos Reis.
O vice-reitor, professor Fernando Jaime González, destacou, na cerimônia, que já não basta ter conhecimento em disciplinas básicas, como português, matemática, física e química. Agora, torna-se imprescindível entender sobre tecnologia, programação e internet. Camila Martins, por sua vez, destacou que desenvolver o pensamento computacional nas escolas públicas brasileiras é um desafio, que precisa do apoio das universidades para ser superado. Ela destacou a necessidade de haver mais produtores e não apenas consumidores de tecnologia.
Vice-reitora no Imeab, Miriam lembrou aos estudantes que a participação no projeto fará a diferença no futuro, seja em sala de aula ou em qualquer outro lugar, como o mercado de trabalho. Enquanto isso, o coordenador do Espaço + Inovação, professor Peterson Cleyton Avi, reforçou que não haverá uma única área no futuro que não necessitará da tecnologia.
O coordenador do projeto de extensão, professor Marcos Cavalheiro, falou sobre a qualidade dos trabalhos desenvolvidos pelos estudantes e sobre a troca de experiências e conhecimentos propiciada pelas oficinas.
Antes da certificação, os estudantes do 8º Ano realizaram um pitch - uma breve apresentação de seus projetos, todos voltados ao atendimento de um Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Estudantes das redes municipal e estadual do município de Chiapetta, que participaram das oficinas do Projeto de Extensão Programe seu Futuro da Unijuí, receberam na tarde desta quinta-feira, 1º de dezembro, seus certificados de conclusão dos módulos Scratch, Kodular e Jogos GDevelop.
A cerimônia foi realizada em Chiapetta, contando com a presença do coordenador do projeto, professor Marcos Cavalheiro; com o bolsista Gustavo Hanke Finkler; com a responsável pelo Escritório de Relações Universidade-Comunidade da Agência de Inovação e Tecnologia (Agit) da Unijuí, Graciele da Rosa Bertoldo; com o prefeito e a secretária de Educação de Chiapetta, Eder Both e Arminda Inês Strücker; com o presidente da Câmara de Vereadores de Chiapetta, Aldair Clovis Maron; e com as diretoras, professoras e estudantes das Escolas Anchieta, Professora Lorette Fanck e Haydee, integrantes do projeto.
Conforme explicou o professor Marcos Cavalheiro, desde que o convênio foi firmado entre a Unijuí e o Executivo de Chiapetta, estudantes do 7º Ano do Ensino Fundamental ao 2º Ano do Ensino Médio participam de oficinas promovidas pelo Projeto de Extensão, que trabalharam a linguagem de programação Scratch, o desenvolvimento de softwares para celular, por meio do aplicativo Kodular; e a criação de jogos através da plataforma GDevelop. As aulas aconteceram de forma online e presencial, sempre com o apoio e assessoramento da Agit da Unijuí.
De acordo com Gustavo, que esteve à frente das oficinas, um dos principais objetivos do projeto foi desenvolver o pensamento computacional entre os alunos, que é uma forma de tentar resolver um problema a partir da sua transformação em pequenas etapas. “Trabalhamos com diferentes programas justamente para que os estudantes possam desenvolver o pensamento computacional, independente da plataforma utilizada”, comentou, ressaltando que os participantes também aprenderam comandos básicos de programação e participaram de oficinas de empreendedorismo e pitch.
Para a cerimônia de certificação, os estudantes, divididos em grupos, tiveram que preparar um projeto relacionando os conteúdos vistos nas oficinas, que pudessem atender a um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Eles ainda tiveram que elaborar um pitch - uma apresentação breve, de até quatro minutos, para mostrar um pouco do que foi desenvolvido.
Segundo a responsável pelo Escritório de Relações Universidade-Comunidade da Agit, Graciele da Rosa Bertoldo, durante o período em que os estudantes participaram do projeto - cerca de um ano e meio, foi possível realizar várias trocas: as oficinas presenciais aconteciam em Chiapetta, mas os alunos tiveram a oportunidade de vir para Ijuí conhecer e usufruir da estrutura da Universidade. “Mais do que desenvolver o pensamento computacional e a programação entre os alunos, nosso objetivo é trabalhar o empreendedorismo, a inovação. Queremos que, ao final destas oficinas, os estudantes tenham vontade de se qualificar e de não ter medo de abrir o próprio negócio, inclusive contando com o apoio da Inovachi, a Incubadora de Empresas de Chiapetta”, comentou.
Em sua fala, o prefeito de Chiapetta, Eder Both, falou sobre a preocupação do município em preparar os jovens para o mercado de trabalho. Falou que o casamento entre a Unijuí e o Executivo deu certo, atendendo a uma demanda da cidade, e que, em 2023, a parceria deve ter continuidade.
O Centro Especializado de Reabilitação, CER III - Unir da Unijuí, realiza a estimulação precoce de bebês prematuros. O trabalho acontece alinhado com o Projeto de Extensão Prematuros
Novembro é o mês internacional de sensibilização à prematuridade. A data, 17 de novembro, foi criada para sensibilizar a população para um problema de saúde pública, a prematuridade, e para incentivar a busca por estratégias que auxiliem na prevenção e na melhora da assistência neonatal a esses pacientes.
A cor roxa representa a sensibilidade e o equilíbrio, que são características encontradas em bebês prematuros. Essas características são necessárias para enfrentar algumas complicações que surgem nesses pacientes, a exemplo de problemas pulmonares, limitações motoras, infecções respiratórias crônicas, possível dificuldade na aprendizagem ou problemas comportamentais, além de doenças cardiovasculares ou diabetes
Segundo a coordenadora do Projeto de Extensão Prematuros: Prevenção, Apoio e Cuidado da Unijuí, professora Amanda Schöffel Sehn, os estudos têm evidenciado que o nascimento prematuro dos bebês está relacionado a uma série de fatores. “Podem ser tanto questões do campo genético e fisiológico da própria mãe, como também pode haver relação com as interações do ambiente. Geralmente a interação entre esses dois fatores leva a um nascimento prematuro”, afirma.
Existem também motivos conhecidos que podem ser de alto risco para a saúde do bebê. Cigarro, bebidas alcoólicas e o uso de entorpecentes devem ser cortados. Também podem estar associados à prematuridade o estresse, alterações placentárias e a própria idade avançada da gestante. “Portanto, um dos melhores caminhos para evitar a prematuridade em bebês é a realização do pré-natal, que é o acompanhamento da gestação por um serviço especializado”, observa.
Visando dar suporte aos bebês prematuros e sua família, o Projeto Prematuros da Unijuí realiza o acompanhamento de recém-nascidos, logo após a alta hospitalar. O Projeto também envia a essas famílias conteúdos produzidos sobre desenvolvimento infantil e parentalidade, além de ser um canal de agendamento dos atendimentos.
Gabriel R. Jaskulski, acadêmico de Jornalismo da Unijuí
Ocorreu nesta terça-feira, 29 de novembro, a III Feira Estadual de Matemática do Rio Grande do Sul. O evento tem como finalidade incentivar e divulgar as experiências, pesquisas e atividades realizadas por estudantes, professores e comunidade, que envolvam conceitos matemáticos nos espaços educativos.
Promovida pela Unijuí, a Feira conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Educação Matemática do Rio Grande do Sul (SBEM-RS) e patrocínio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
Em sua fala inicial, o coordenador da Feira de Matemática, professor mestre Peterson Cleyton Avi, destacou a atuação dos sujeitos principais: avaliadores, professores orientadores e alunos. “Temos o protagonismo de estudantes e professores como foco principal, onde eles têm a oportunidade de socializar seus trabalhos com um grande público. Neste sentido, o diferencial do evento é a valorização do que acontece dentro das escolas” destacou.
Durante esta edição, 33 trabalhos foram apresentados ao longo do dia, sendo 15 no turno da manhã e 18 à tarde. As apresentações iniciaram com os trabalhos da Educação Infantil, Educação Especial e Anos Iniciais. À tarde foi a vez das categorias Anos Finais, Ensino Médio e Ensino Superior.
Segundo o diretor da Sociedade Brasileira de Educação Matemática do Rio Grande do Sul, professor doutor José Carlos Pinto Leivas, “as Feiras têm sido o elemento fundamental para aproximar os professores e a SBEM, tendo em vista a importância do trabalho que os profissionais desenvolvem com seus alunos, despertando o interesse pela pesquisa”.
Para o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor doutor Fernando Jaime González, a Feira de Matemática expressa o compromisso da Unijuí, a partir do Projeto de Extensão, com a melhoria da qualidade da educação. “Os trabalhos tentam mostrar, de alguma forma, tudo que foi desenvolvido ao longo do ano, onde os professores possuem um papel fundamental na condução dos estudantes e engajamento dos mesmos neste projeto”, disse ressaltando ainda, o compromisso da Universidade com o desenvolvimento comunitário e formação de futuros cidadãos.
O Projeto de Extensão Prematuros promoveu na última quinta-feira, dia 24 de novembro, uma formação com profissionais da área da saúde de Santa Rosa, no campus Ijuí. Participaram da atividade visitadoras dos Programas Primeira Infância Melhor (PIM) e Criança Feliz, que visam o acompanhamento de crianças de zero a seis anos de idade.
A parceria com os programas têm como objetivo promover um espaço de diálogo sobre questões relacionadas à prematuridade e desenvolvimento infantil, conforme explica a coordenadora do projeto, professora Amanda Schoffel Sehn. “As profissionais fazem o acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade social. Neste sentido, a ideia é fornecer ferramentas para que elas tenham um olhar mais acurado e sensibilizado em relação às questões do desenvolvimento infantil, e que auxiliem na detecção precoce de algum risco ao desenvolvimento, para que seja possível intervir e minimizar possíveis prejuízos que a criança poderia ter”.
Este foi o quarto encontro realizado pelo projeto junto com as visitadoras. “Estamos fazendo rodas de conversa para conhecer as experiências e desafios enfrentados por elas no cotidiano e a partir disso, apontamos aspectos para se pensar em como manejar essas situações, o que é importante que elas observem na relação com a família, além de apresentarmos conceitos teóricos sobre as temáticas”, destacou.
Segundo a coordenadora, a proximidade entre a Unijuí e a comunidade é extremamente importante. “Todos ganham com esta aproximação. A troca é recíproca. Aproveitamos este momento para transmitir o que aprendemos e construímos enquanto Universidade no campo do conhecimento e também aprendemos com as vivências trazidas pelas profissionais”.
A Cia Cadagy - Corpo em Movimento da Unijuí está com edital aberto para a seleção de novos integrantes. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas até dia 8 de dezembro, pelo e-mail cia.cadagy@unijui.edu.br. Neste edital, estão sendo selecionados integrantes para as áreas de dança, ginástica geral, lutas, artes cênicas, arte circense, confecção de figurinos e cenografia, equipe técnica de som e luz e filmagem e fotografia.
Para participar é necessário ter no mínimo 17 anos - a serem completados até o início das atividades do grupo; ter disponibilidade de tempo para participar dos ensaios, os quais são realizados nas quintas-feiras, das 19h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h, bem como das demais atividades do grupo; ser integrante da comunidade externa ou da comunidade interna da Fidene/Unijuí; participar assiduamente das atividades previstas no plano de ensaio, estudo em casa e apresentações da Cia Cadagy.
O processo seletivo acontecerá no dia 9 de dezembro, às 19h, na Sala dos Espelhos da Sede Acadêmica, e contará com duas etapas: apresentação de portfólio e entrevista individual, e performance artística. O edital VRPGPE nº 28/2022 bem como a ficha de inscrição, estão disponíveis neste link.
A Unijuí, por meio dos seus Projetos de Extensão, participou no sábado, 12 de novembro, do Dia da Cidadania, promovido pela Prefeitura de Ijuí em parceria com a Universidade. O evento foi realizado na Estação Cidadania, Cultura e Esporte Parque da Pedreira e contou com diversas atividades lúdicas e prestação de serviços para a comunidade.
Dentre as atividades, ocorreu uma oficina de inglês para as crianças com o projeto English Teatcher Assistent (ETA) do curso de Letras: Português e Inglês. Os Projetos de Extensão Energia Amiga e de Educação Ambiental realizaram a orientação sobre a logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas, coleta seletiva dos materiais e distribuição de livros sobre o tema.
Os visitantes também puderam esclarecer dúvidas sobre o direito do consumidor e a nova lei do superendividamento, além de conhecer as atividades do Balcão do Consumidor, por meio do Projeto de Extensão Conflitos Sociais e Direitos Humanos. Também foram disponibilizados exames de verificação da pressão arterial e de glicemia e higienização das mãos, pelo Projeto de Extensão Educação em Saúde.
O Projeto de Extensão Gestão Social e Cidadania, levou ao Parque da Pedreira orientações sobre a importância da alimentação in natura e a degustação de água saborizada. Já o Projeto Prematuros falou sobre a prematuridade e desenvolvimento infantil.
Com o objetivo de discutir conceitos de normalidade e inclusão, o Projeto de Extensão Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência realizou atividades lúdicas, buscando mostrar a diversidade por meio de desenhos construídos pelos visitantes, e a degustação de alimentos promovendo a identificação de sabores através de outros sentidos.
O Espaço + Inovação Unijuí fez a alegria do público infantil com o Robô NAO. Além disso, a Cia Cadagy - Corpo em Movimento promoveu intervenções artísticas juntamente com o grupo circense Liberi, do Parque. O Dia da Cidadania também contou com apresentações musicais e exposições de artesanatos, conforme explica a coordenadora da Estação Cidadania, Cultura e Esporte Parque da Pedreira, Rosa Barbosa. “O evento proporcionou momentos de educação, saúde e lazer à comunidade. Neste sentido, a parceria que mantemos com a Unijuí é muito positiva”, destacou.
Para a coordenadora do Projeto de Extensão Gestão Social e Cidadania e uma das organizadoras do evento, professora Sandra Albarello, a participação da Unijuí no projeto é bastante importante. “Temos muitas ações que levam informações para a comunidade e que, por muitas vezes, as pessoas não têm acesso. Então, eventos como esse são uma oportunidade de apresentarmos um conjunto de dados e informações para que a população possa conhecer e para que possamos nos aproximarmos da comunidade, proporcionando trocas de saberes. A professora destacou ainda a relevância da participação dos acadêmicos na atividade. "Acredito que é um grande aprendizado e uma ótima oportunidade para os estudantes e professores", finalizou.
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