
A Unijuí encerrou, na última semana, o período de aplicação da Avaliação das Disciplinas referente ao primeiro semestre de 2026, nas modalidades presencial e semipresencial com um resultado expressivo: 51% dos estudantes participaram do processo avaliativo. O índice representa o melhor desempenho desde o segundo semestre de 2021 e evidencia o fortalecimento da cultura de avaliação institucional.
O resultado supera significativamente o percentual registrado no segundo semestre de 2025, quando a participação foi de 38%, demonstrando a efetividade das ações de mobilização e sensibilização desenvolvidas ao longo da campanha realizada entre os dias 11 de maio e 1º de junho.
A conquista é fruto de um esforço coletivo que envolveu a Comissão Própria de Avaliação (CPA), a Vice-Reitoria de Graduação (VRG), a Assessoria de Marketing (AMKT), Coordenações de Curso, docentes, Central de Relacionamento, Diretório Central dos Estudantes (DCE), Centros Acadêmicos (CAs) e diversos setores da Universidade.
Para a coordenadora da CPA, Magna Dalla Rosa, além de refletir o engajamento estudantil, a ampliação da participação ganha ainda mais relevância diante das mudanças nos processos de avaliação externa da educação superior e das novas exigências dos instrumentos regulatórios. “As respostas dos estudantes constituem importantes evidências para os processos de autoavaliação institucional, contribuindo para a qualificação contínua das práticas acadêmicas e para o fortalecimento dos processos regulatórios.”
A professora Bruna Comparsi, Vice-Reitora de Graduação ressalta que a participação dos estudantes fortalece a cultura avaliativa institucional. “Cada resposta recebida contribui para ampliar nossa compreensão sobre os processos de ensino e aprendizagem, gerando informações valiosas para o planejamento e a tomada de decisões. O resultado alcançado neste semestre evidencia que a avaliação está cada vez mais presente na rotina acadêmica e reforça o papel da CPA na promoção de uma cultura institucional pautada pela participação, reflexão, melhoria contínua e a excelência acadêmica”.
A Universidade agradece a todos os estudantes que participaram da avaliação e reconhece o empenho das equipes envolvidas na mobilização. O resultado alcançado demonstra que a construção da qualidade acadêmica é um compromisso compartilhado por toda a comunidade universitária.

O Museu Antropológico Diretor Pestana (Madp) e a Associação de Amigos do Museu Antropológico Diretor Pestana (AAMADP) tiveram o projeto “Narrativas em Revisão: Musealização, Participação Indígena e Perspectivas Decoloniais no Madp” aprovado em segundo lugar no Edital nº 26/2025 – PNAB RS Memória e Patrimônio, da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, na modalidade Ações Gerais. A proposta alcançou nota final 99, ficando entre os projetos selecionados pelo edital.
O resultado reconhece a relevância da iniciativa para o campo da memória, do patrimônio cultural e da museologia no Rio Grande do Sul. O projeto propõe a revisão crítica e participativa das narrativas museológicas associadas aos acervos indígenas em exposição de longa duração no Madp, com atenção especial aos processos de musealização, à participação indígena e às perspectivas decoloniais.
A iniciativa atuará sobre um conjunto aproximado de 149 objetos indígenas em exposição, relacionados aos grupos Guarani e Kaingang, e irá abranger acervos de natureza arqueológica, missioneira, etnográfica e contemporânea. Entre as ações previstas estão a análise técnica de fichas catalográficas, textos e legendas expositivas, encontros de escuta em territórios indígenas, visita técnica ao Museu com representantes Guarani, revisão da documentação museológica e reformulação de conteúdos apresentados ao público.
O projeto também prevê a incorporação, quando pertinente e pactuada com os participantes, de línguas indígenas nos textos expositivos, além do desenvolvimento de um audioguia da exposição reformulada. Como desdobramento, será realizada uma ação educativa em formato de palestra, conduzida por representantes Guarani e Kaingang, vinculada à exposição de longa duração.
A aprovação representa um passo importante no desenvolvimento de ações voltadas à preservação, pesquisa, documentação e difusão do acervo do Madp, especialmente em um momento simbólico para a instituição, que celebra seus 65 anos de atuação. “O projeto reforça a compreensão do patrimônio cultural não apenas como preservação de objetos e documentos, mas como um campo de reflexão sobre histórias, territórios, identidades e relações sociais”, destaca a diretora do Museu, Karen Barros.
A proposta será desenvolvida pela Associação de Amigos do Museu Antropológico Diretor Pestana, em parceria com o Madp, contribuindo para qualificar as ações institucionais e ampliar o debate sobre memória, participação indígena e responsabilidade museológica. As atividades terão como referência a sede do Museu, em Ijuí, e ações em territórios indígenas no Rio Grande do Sul.
.jpg)
Muitos estudantes concluem o Ensino Médio questionando se a graduação ainda é um investimento que vale a pena. Essa percepção é influenciada por fatores como a valorização de trajetórias profissionais alternativas, a flexibilidade de algumas áreas do mercado de trabalho, a busca por resultados mais imediatos e as mudanças nas expectativas das novas gerações em relação à carreira. No entanto, o que muitas vezes passa despercebido é que o mercado continua altamente competitivo e exigente, tornando a qualificação profissional um diferencial cada vez mais relevante.
Nesse cenário, o Ensino Superior amplia as oportunidades de inserção e crescimento profissional, fortalece a construção de redes de relacionamento e contribui para o desenvolvimento de competências valorizadas pelas organizações. Mais do que a conquista de um diploma, a graduação representa a construção de uma base sólida de conhecimentos, experiências e habilidades para a vida profissional.
A formação universitária proporciona contato com metodologias, práticas e tecnologias da área de atuação, além de aproximar os estudantes de professores e profissionais que atuam como referências e mentores ao longo da trajetória. Durante o curso, o acadêmico desenvolve competências técnicas e comportamentais essenciais para enfrentar os desafios da profissão, preparando-se para atender às demandas do mercado e acompanhar as constantes transformações do mundo do trabalho.
A Graduação Mais da Unijuí foi pensada para formar profissionais preparados para atuar em um mundo dinâmico, que exige aprendizado contínuo, visão ampla e capacidade de adaptação. Por isso, a formação integra o desenvolvimento de competências técnicas e humanas ao longo de toda a jornada acadêmica.
O estudante é incentivado a analisar situações com senso crítico, tomar decisões de forma responsável, trabalhar em equipe, comunicar ideias com clareza e encontrar soluções para desafios reais. Além disso, desenvolve autonomia, criatividade, protagonismo e flexibilidade para atuar em diferentes contextos profissionais.
A experiência universitária também estimula a investigação, a participação ativa e a conexão entre diferentes áreas do conhecimento. Essa abordagem amplia a compreensão sobre os desafios contemporâneos e fortalece a capacidade de atuação em cenários cada vez mais complexos, colaborativos e interdisciplinares.
Outro diferencial da Graduação Mais é o incentivo à inovação, ao uso consciente das tecnologias, ao empreendedorismo e ao compromisso com o desenvolvimento social. Dessa forma, o estudante compreende que sua atuação profissional pode gerar impactos positivos nas organizações, nas comunidades e nas relações humanas.
Ao concluir sua formação, o egresso leva consigo muito mais do que conhecimento técnico: carrega experiência prática, visão crítica, capacidade de inovação e confiança para construir sua trajetória profissional com autonomia, iniciativa e propósito.
Para saber mais sobre a Graduação Mais da Unijuí, acesse unijui.edu.br/sejamais.

A Unijuí participou, nos dias 28 e 29 de abril, do Seminário Transição para Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis: qual o mapa do caminho?, realizado na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), em Bagé. O evento reuniu mais de 120 participantes, entre pesquisadores, professores, estudantes e representantes de organizações ligadas à produção e ao desenvolvimento rural.
A Unijuí foi representada por uma comitiva de 20 pessoas, composta por docentes e estudantes dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade (PPGSAS) e em Desenvolvimento Regional (PPGDR), além de professores e acadêmicos do curso de Agronomia. Entre eles estavam o professor Osório Lucchese, que representou a Universidade durante a abertura do evento, e os professores Roberto Carbonera e José Antônio Gonzalez, que atuaram como moderadores e sistematizadores de dois painéis ao longo do seminário. Também integraram o grupo representantes da Rede Leite, reforçando a articulação com diferentes iniciativas voltadas ao desenvolvimento do setor agroalimentar.
A participação da Universidade esteve vinculada ao projeto SAFUNIJUÍ, financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Finep, que busca contribuir para o fortalecimento de sistemas agroalimentares sustentáveis a partir da pesquisa, da inovação e da integração com os territórios.
O evento teve como foco central a reflexão sobre o modelo atual de produção e consumo de alimentos e seus impactos nas dimensões ambiental, social, econômica e da saúde. A proposta foi promover o debate sobre caminhos possíveis para a transição a sistemas agroalimentares mais sustentáveis.
Entre os temas abordados estiveram o papel dos diferentes atores sociais nesse processo, as razões para a mudança do modelo atual de produção de alimentos e a relação entre sistemas alimentares, meio ambiente e saúde. Os participantes acompanharam discussões sobre a necessidade de construção de políticas públicas e mecanismos de governança, além da importância da agricultura familiar, da agroecologia e das tecnologias emergentes no contexto da produção de alimentos. Também foram debatidas as bases técnicas e os modelos de produção voltados à sustentabilidade, com destaque para práticas que envolvem a conservação do solo, da biodiversidade e dos recursos naturais, bem como a valorização dos agricultores e dos territórios como elementos centrais nesse processo.
Além dos debates, o evento teve como objetivo a construção coletiva de uma agenda voltada à promoção de sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis, articulando diferentes atores, conhecimentos e experiências. A iniciativa buscou fortalecer a cooperação científica, tecnológica e institucional entre universidades, centros de pesquisa e organizações sociais. A atuação em rede foi destacada como um elemento fundamental para ampliar o alcance das ações e potencializar os resultados, especialmente a partir da integração entre ensino, pesquisa e extensão.
A participação da Unijuí reforça o papel da Universidade na produção de conhecimento voltado ao desenvolvimento regional sustentável. Professores da instituição também estiveram envolvidos na organização e condução de atividades do evento, contribuindo diretamente para as discussões e para a construção das propostas apresentadas.
A presença de estudantes e pesquisadores evidencia, ainda, a importância da formação acadêmica articulada aos desafios reais da sociedade, promovendo a construção de soluções inovadoras no campo dos sistemas agroalimentares. A partir do encontro, a expectativa é de fortalecimento das parcerias institucionais e do desenvolvimento de novas ações e projetos que contribuam para a transição a sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e alinhados às demandas sociais e ambientais.

Na terça-feira, 2 de junho, o campus Santa Rosa da Unijuí sediou a grande final do Decola 2026, programa promovido pela Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agronegócios de Santa Rosa (Acisap), que tem como objetivo estimular o empreendedorismo, a inovação e o protagonismo juvenil entre estudantes do Ensino Médio das escolas públicas e privadas do município. A edição deste ano desafiou os participantes a desenvolverem soluções para o tema “Turismo Inteligente: Como potencializar o turismo em Santa Rosa e região Noroeste do RS?”. Ao longo do Challenge Day, os estudantes trabalharam em equipes para criar propostas capazes de tornar o turismo regional mais atrativo, inovador, conectado e economicamente sustentável, valorizando as potencialidades locais e aprimorando a experiência dos visitantes.
Durante a tarde, os grupos apresentaram suas ideias em formato de pitch para uma banca avaliadora composta por Tania Pires de Almeida, assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo do Sicredi; Cássio Feltes, presidente da Acisap; Daniel Knebel Baggio, vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí; Fabíola Ghellar Rodrigues, gerente de Marketing da Cotrirosa; e Ivan Squinzani, diretor de Turismo e Eventos da Prefeitura de Santa Rosa. Após as apresentações e avaliações, o grande destaque da edição foi o Instituto Sinodal da Paz, que conquistou o primeiro lugar da competição ao apresentar a proposta considerada mais inovadora e alinhada aos desafios apresentados.
Além do desenvolvimento de soluções empreendedoras, o Decola também promoveu uma expressiva ação social de arrecadação de alimentos. Em 2026, a mobilização alcançou um resultado histórico, com mais de 11 toneladas arrecadadas, estabelecendo um novo recorde para o programa. O destaque da campanha foi o Colégio Salesiano Dom Bosco, que recebeu o reconhecimento pela maior arrecadação entre as escolas participantes.
Além da programação do Decola, a Unijuí, patrocinadora do programa, marcou presença na final com ações interativas voltadas aos estudantes. O curso de Fisioterapia organizou um espaço de relaxamento com sessões de massagem, enquanto as tradicionais pipocas coloridas e tatuagens temporárias fizeram parte das atividades de integração promovidas pela Universidade, contribuindo para tornar a experiência ainda mais especial para os participantes.
Para a coordenadora da Unijuí campus Santa Rosa, Taciana Paula Enderle, o Decola demonstra o potencial transformador da educação quando conectada aos desafios reais da comunidade. “Ver nossos jovens pensando soluções para o desenvolvimento da região e, ao mesmo tempo, mobilizando uma ação solidária tão significativa, mostra que estamos formando cidadãos comprometidos com o futuro. O Decola é uma experiência que inspira, desenvolve talentos e fortalece os laços entre escola, comunidade e instituições”, destacou.
Ao longo de sua trajetória, o Decola tem se consolidado como uma importante iniciativa de formação para os estudantes, proporcionando contato com conceitos de inovação, tecnologia, liderança e empreendedorismo. Mais do que uma competição, o programa incentiva os jovens a desenvolverem soluções para desafios reais da sociedade, contribuindo para o crescimento da região e para a construção de um futuro mais inovador e sustentável.

A Biblioteca Universitária Mario Osório Marques (BUMOM) da Unijuí, passou a oferecer o serviço de empréstimo de guarda-chuvas. A ação já é uma prática comum em diversas universidades comunitárias e agora chega para facilitar a rotina no campus de Ijuí. O empréstimo é válido para estudantes, professores e toda a comunidade acadêmica, e o tempo de retirada é de até 7 dias, com a possibilidade de devolução antes do prazo ou de renovação, conforme a necessidade.
Para retirar, basta ter o cartão de estudante em mãos, ou, seu crachá de identificação da Unijuí. Por enquanto os empréstimos acontecem apenas nas bibliotecas do campus de Ijuí (Prédios 1 e 60), onde foram alocados alguns guarda-chuvas para a finalidade de empréstimo. Caso haja uma boa adesão por parte da comunidade junto de uma avaliação positiva do serviço, a novidade também deverá ser implantada nas bibliotecas dos demais campi.
.jpeg)
A Criatec sediou, no dia 20 de maio, o curso de Brigada de Incêndio – RT 15 Básico 1, promovido pela empresa incubada Nexo SST. A capacitação foi realizada conforme os critérios da RT 15 do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, abordando conteúdos voltados à prevenção e combate a incêndios, abandono de área, primeiros socorros e procedimentos de emergência.
Além da qualificação técnica, a ação também teve importante impacto social. A Nexo SST proporcionou aos catadores a oportunidade de participarem gratuitamente do curso, ampliando o acesso à capacitação profissional e fortalecendo a valorização desses trabalhadores.
Segundo o presidente da ARL6, Fabricio Carpes dos Santos, a capacitação foi importante para ampliar o conhecimento dos participantes sobre situações de emergência e primeiros socorros. “Aqui temos muitas famílias, crianças e também pessoas idosas. O curso trouxe orientações fundamentais sobre como agir em casos de afogamento, infarto ou quando uma pessoa deixa de respirar. Aprendemos técnicas de reanimação, acolhimento e também sobre o uso correto dos diferentes tipos de extintores, inclusive em situações envolvendo eletricidade. Foi uma experiência muito positiva, porque muitas vezes a gente não tem acesso a esse tipo de treinamento. Tudo o que é novo agrega conhecimento e pode fazer a diferença em um momento de emergência”, destacou.
O treinamento contou com atividades teóricas e práticas, permitindo aos participantes desenvolver conhecimentos essenciais para atuação em situações de risco, além de reforçar a importância da prevenção e da preparação técnica na promoção de ambientes mais seguros e em conformidade com as exigências legais de segurança e PPCI.
Especializada em Saúde e Segurança do Trabalho, a Nexo SST atua na elaboração de PGR, PCMSO, LTCAT e PPP, treinamentos das Normas Regulamentadoras, inspeções técnicas, adequações NR-12 e NR-13, gestão de eSocial SST, ergonomia, perícias judiciais e consultoria técnica especializada para empresas e órgãos públicos.

A solidariedade também marcou a terceira edição dos Jogos Universitários da Unijuí em Santa Rosa. Na última semana, foram entregues à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social 819 kg de alimentos arrecadados durante o evento, realizado entre os dias 28 e 30 de abril.
A arrecadação integrou a programação dos Jogos Universitários e reforçou o compromisso social da comunidade acadêmica. Durante os dias de competição, estudantes, familiares e comunidade contribuíram com a doação de alimentos não perecíveis, que também somaram pontos para as equipes participantes.
Para o presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) Paulo Freire, João Victor Melgarejo, o resultado demonstra o envolvimento dos acadêmicos com causas que vão além das quadras. “Essa arrecadação mostra que os Jogos Universitários vão muito além da competição. É muito bom ver a comunidade acadêmica se mobilizando e contribuindo com quem mais precisa. Também agradecemos à Prefeitura pela parceria em mais um ano, fortalecendo essa iniciativa tão importante para a nossa comunidade”, destacou.
A coordenadora do campus Santa Rosa, professora Taciana Paula Enderle, ressaltou a importância da ação junto aos Jogos e a parceria da Prefeitura Municipal. “Ficamos muito felizes com o resultado alcançado nesta edição dos Jogos Universitários. A arrecadação de 819 kg de alimentos demonstra o engajamento dos nossos estudantes e o compromisso da comunidade acadêmica com ações que fazem a diferença na vida das pessoas. Agradecemos também à Secretaria Municipal de Esporte pela parceria e pela disponibilização do Ginásio João Batista Moroni, fundamental para a realização do evento. Quando universidade, poder público e estudantes atuam juntos, conseguimos ampliar o impacto positivo das nossas ações na comunidade”.
A entrega dos alimentos contou com a parceria da Prefeitura Municipal de Santa Rosa, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, que ficará responsável pela destinação dos donativos às famílias em situação de vulnerabilidade.

Na noite de ontem, 28 de maio, aconteceu o primeiro encontro do programa de treinamento em vendas, viabilizado pela Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica da Unijuí (Criatec) e pelo Sebrae Startups. A capacitação, exclusiva para empresas com CNPJ cadastrado em Ijuí, tem o objetivo de fortalecer os negócios locais por meio da qualificação em estratégias comerciais e estruturação de processos.
Com o tema “Estruturação da máquina de vendas”, a noite de abertura ocorreu na sede da incubadora e foi conduzida pelo especialista Felipe Barão, profissional com experiência em desenvolvimento comercial. Durante a atividade, os participantes tiveram contato com conceitos da área de marketing e gestão, para ampliar resultados e acelerar o crescimento de suas empresas.
A iniciativa já estava no radar da incubadora há algum tempo e vem ao encontro do seu propósito de fomentar o mercado regional. Conforme destaca a coordenadora da Criatec, Maria Odete Palharini, trazer essa qualificação para as empresas da cidade era um desejo antigo, cuja solicitação já havia sido feita ao Sebrae no ano passado. “A gente tem por missão criar e desenvolver negócios e auxiliar nesses processos de acelerar o crescimento dessas empresas, que estão neste momento na incubação”, afirma.
O programa completo é composto por mais três encontros presenciais, que acontecem nos próximos meses, com conteúdos práticos e diretamente conectados às demandas do mercado. No dia 19 de junho, a conversa é sobre “Canais de aquisição para alavancar vendas"; 25 de junho, “Growth Hacking"; 2 de julho, “Funil de Vendas” e 9 de julho, “OKRs.”.

A Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educação do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Fidene) executou mais uma ação voltada à implementação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que estabelece as disposições gerais e orienta as instituições para avaliar e controlar todos os perigos e riscos existentes na organização, incluindo os decorrentes de fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, elaborar planos contínuos de prevenção e/ou intervenção para os riscos identificados, gerando evidências para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).
A NR-1 traz novas exigências para todas as empresas que tenham funcionários contratados, são elas: Diagnóstico dos Riscos Psicossociais (DRPS); Mapa de Risco Psicossocial por área; Plano de Ações Preventivas e/ou Interventivas a partir do Risco avaliado; Realização das ações previstas; Planos contínuos de Promoção à Saúde Mental; Documentos de Implementação e Manutenção para gestão de evidências das ações.
Conforme o cronograma organizado pelo Comitê de Implementação da NR-1 na Fidene, responsável por acompanhar o processo, definir ferramentas para o diagnóstico dos riscos psicossociais e planejar as ações futuras com base nos níveis de risco identificados, os encontros iniciaram com as equipes de gestão no dia 22 de maio e, na sequência, envolveram todos os técnicos e docentes da instituição em agenda online realizada na tarde de segunda-feira, 25 de maio.
Conforme a prof. Dra Adriane Fabricio, que acompanha o processo, a Fidene está bem organizada. “A instituição está cumprindo com o cronograma definido, e buscando sensibilização para maior adesão possível dos colaboradores, já que, esta é uma importante ferramenta de diagnóstico que norteará ações buscando maior bem-estar psicológico dos trabalhadores da instituição”, acrescenta.
Segundo o diretor executivo da Fidene, professor Edson Luiz Padoin, esta etapa é fundamental para mapear os riscos de acordo com as 13 categorias. “Este é o momento para fortalecer, de forma contínua, a adequação à NR-1 a nossa instituição, consolidando práticas institucionais voltadas ao cuidado, à prevenção e à promoção de ambientes de trabalho cada vez mais seguros e saudáveis para toda a comunidade institucional”.
Após a criação do comitê, também foi produzido um vídeo institucional destacando a relevância dessa iniciativa para a instituição. O material pode ser conferido na íntegra no link: https://youtu.be/pW0-triCddM.
Utilizamos cookies para garantir que será proporcionada a melhor experiência ao usuário enquanto visita o nosso site. Ao navegar pelo site, você autoriza a coleta destes dados e utilizá-los conforme descritos em nossa Política de Privacidade.